Você vai fracassar muitas vezes. E tá tudo bem.

Relacionamentos sem brigas,  dinheiro sem esforço, chocolates que não engordam, intimidade sem rotina, abdômen sarado sem suar a camisa…

Você também é do time daqueles que só chegam na hora do jantar, e não querem saber de ajudar a comprar as coisas ou cortar os legumes?

Pois eu digo já: o sucesso não foi feito para você.

Que maravilha seria sempre só sentar o bundão na cadeira, encher o bucho e levantar da mesa, né não? Por falar em comer, que sonho seria emagrecer sem deixar de mandar  ver num macarrão todo dia. E casar com alguém que NUNCA começa nenhuma discussão bobinha, então?

Nossa, loteria.

Quem dera a gente pudesse sempre evitar a parte chata e dolorida das coisas, não é verdade?

Isso tudo seria realmente lindo. Só tem um probleminha:

Você se limitaria para caralho!

O que te deixa mais fraco, é o que te deixa MAIS FORTE!

Estar em um relacionamento quando tudo vai bem é fácil. Muito fácil. Namorar alguém morando separado, só convivendo em viagens e festas incríveis?

Nossa, é uma barbada!

Mas a ideia de que o cara perfeito vai aparecer e vocês vão viver felizes, entusiasmados e sexualmente ativos todos os dias não faz o menor sentido.

Sabe por quê?

Porque você sabe que é amor mesmo só quando chegam os dias de bad. Quando chega a rotina, a cara amassada de sono e os mil boletos para pagar.

Não tem jeito: o verdadeiro amor nasce em tempos difíceis. Nasce naquela crise de ansiedade. Nasce naquela briga homérica em que vocês descobriram como era grande a vontade de estar junto.

Da mesma forma, o sucesso vem depois de muitos “nãos” e tapas na cara. Vem depois de errar muitas vezes, depois de chegar no fundo do poço e encontrar o impulso necessário para sair de lá.

Eu sei que, provavelmente, você foi ensinado desde cedo que fracassar era “feio”. É um medo infantil, de magoar os nossos pais por não sermos quem eles gostariam que a gente fosse.

Só que isso não poderia estar mais longe da verdade.

E poderá soar até um pouco estanho o que eu vou dizer agora, mas fracassar, na realidade, é o melhor que você pode fazer por você mesmo.

Sucesso é ir de fracasso em fracasso, sem perder o entusiasmo

Claro que é chato (e às vezes bem desmotivante) ter problemas nos relacionamentos, no trabalho e na família.

É evidente que ninguém gosta de ser rejeitado, demitido ou julgado. Você provavelmente não gosta (e eu também não) de ter que lidar com a sensação ter errado, de ter falhado, ou ter feito uma cagada federal.

Mas sabe o que pouca gente percebe?

Que tudo isso faz parte do processo. E que cada falhanço está, na verdade, te colocando mais próximo do seu objetivo.

Diversas celebridades e grandes líderes da história estão aí para provar que fracassar é apenas uma chance de começar de novo, de maneira mais inteligente.

São muitos os exemplos de pessoas ricas e bem-sucedidas que carregam derrotas dolorosas no currículo. A lista é grande: Walt Disney, Steve Jobs, Bill Gates, Stephen King e por aí vai.

Evidente que são situações diferentes, mercados diferentes, problemas diferentes e, consequentemente, “tombos” também diferentes.

Mas sabe o que esse povo todo tem em comum?

Inteligência emocional para abraçar o fracasso!

Sim!

Essa talvez seja arma mais poderosa das pessoas bem sucedidas: a capacidade de reconhecer quando um sentimento negativo aparece, e qual é a melhor forma de lidar com ele.

Elas já sabem que vão ter problema. Sabem que vão tomar um não. Sabem que, inevitavelmente, vão fracassar.

Mas sabe o que elas fazem?

Seguem tentando!

Por isso, eu insisto:

Você vai fracassar muitas vezes. Vai tomar muitos “nãos”, foras e tombos na vida. E tá tudo bem.

Tá tudo bem.

Sério.

Já imaginou se, quando você era pequeno e estava aprendendo a andar,  toda vez que você caísse, pensasse:

“Acho melhor eu desistir…

“Isso não é pra mim…”

Absurdo né?

Você nunca pensaria isso.

Sabe o que você faria? E que, provavelmente, fez:

Tentaria e tentaria de novo. Até dar certo. Até aprender a caminhar.

A opção de “não aprender a andar” nem existia.

Era só ir tentando, tentando de novo… até dar certo.

Daí, eu te pergunto: quando que você desaprendeu essa habilidade?

Em que ponto da sua vida você começou a adicionar julgamento, vergonha e medo nas suas atitudes?

Seria muito mais fácil se nós agíssemos como crianças mais vezes.

Ir lá e fazer.

Nada de “o que os outros vão pensar”…

Ou “como eu vou me sentir”

Ou “e se eu não conseguir”

Nada disso.

Só tentar. Cair. Levantar a bunda. E tentar de novo.

O que vem depois?

Você já deve ter observado que, mesmo sem um cérebro genial, dinheiro ou educação de ponta, alguns homens conquistam coisas impressionantes (e caras mega interessantes).

Da mesma forma, tem outros que “teriam tudo para dar certo”, mas só o que fazem é perder  tempo, energia e saúde tentando, sem sucesso, conquistar os seus objetivos. Sejam eles profissionais, sejam eles amorosos.

Talvez você pense que tudo isso não passa de acaso, destino ou sorte… E, se você pensa assim, não poderia estar mais longe da verdade.

Existe uma jornada. Existe um caminho. E, principalmente, existe uma escolha:

A escolha de ser o protagonista da própria vida. 

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